Após o terramoto, a reconstrução
Após o terramoto, a reconstrução

BNP fez 230

Nem todas as pessoas saberiam que a Biblioteca Nacional de Portugal é uma instituição fundada nos anos de Setecentos, mais concretamente em 29 de Fevereiro de 1796, no reinado de D. Maria I, e então com a designação de Real Biblioteca Pública da Corte. E começou a celebrar os seus 230 anos de existência no passado dia 27 com uma sessão comemorativa no auditório da sua sede, assim reafirmando a sua missão, com mais de dois séculos, de «serviço público dedicado à preservação da memória nacional, ao acesso ao conhecimento e ao apoio à investigação científica», assumindo-se como «uma infraestrutura pública estratégica, articulando a sua missão com as políticas públicas de Cultura, Ciência, Educação e Transição Digital, em alinhamento com os princípios da Ciência Aberta, da digitalização do património cultural e da modernização tecnológica».

Para a sessão acima mencionada, com condução e moderação de Luciana Leiderfarb, foram convidados «alguns autores cuja obra incide e reflecte sobre a vida e missão desta instituição», nomeadamente António Valdemar, Celina Arroz, Maria Luísa Cabral, Miguel Castelo Branco, Nuno Medeiros e Paulo Barata. Integradas nas comemorações estão também, entre outras iniciativas: a apresentação da nova imagem da Biblioteca; a disponibilização da obra «Subsídios para a História da Biblioteca Nacional» de Manuela D. Domingos, editada originalmente pelo Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro em 1995; a exibição, na Sala Multimédia, de vários conteúdos dos Arquivos RTP sobre a história da BNP; a acessibilidade da b-on – Biblioteca do Conhecimento Online a partir das instalações da Biblioteca; a inauguração oficial da Sala Azul.

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