Octávio dos Santos

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OCTÁVIO DOS SANTOS Nasci em Lisboa a 16 de Abril de 1965. Segui Sociologia no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, onde fui um dos alunos a concluir o primeiro seminário (especialização) em comunicação daquela licenciatura. Iniciei-me no jornalismo em 1985 no jornal regional Notícias de Alverca. Estive nas revistas TV Mais e África Hoje, e ao serviço das revistas Cyber.Net, Inter.Face e Comunicações fui distinguido em 1998, 1999 e 2000 pelo Prémio de Jornalismo Sociedade da Informação. Colaborei também, entre outros, com A Capital, Diário de Notícias, Diário Digital, Diário Económico, Expresso, Fórum Estudante, O Diabo, Público, Seara Nova, Semanário, Tempo e Vértice. «Visões» foi a minha primeira obra editada - em 2003 em livro e em 2005 em disco. Em 2004 iniciei um projecto para a recriação em computador da Ópera do Tejo (destruída em 1755). Em 2006 é editado o meu segundo livro, escrito com Luís Ferreira Lopes: «Os Novos Descobrimentos». Em 2008 é editado «A República Nunca Existiu!», colectânea de contos, de que sou o criador, organizador e um dos 14 participantes. Em 2009 é editado «Espíritos das Luzes». [email protected]

Amanhã, no Canal História…

… A partir das 22.15, é emitido o documentário «O dia que abalou o pensamento». Transcrição do texto de apresentação: «O terramoto de 1755 é um dos momentos mais marcantes da História portuguesa. A Lisboa de hoje é uma cidade profundamente marcada por este acontecimento e as suas consequências e […]

De «quase» a «quase»

É verdade que o acontecimento, os seus protagonistas durante e depois do mesmo, e, em geral, a época em que se deu podem e devem ser recordados, referidos, todos os dias do ano, mas é indubitável que é a 1 de Novembro que o Terramoto de Lisboa ganha sempre uma […]

Até 7 de Outubro, em Lisboa…

(Transcrição do texto da notícia publicada no sítio da Biblioteca Nacional de Portugal, com erros ortográficos corrigidos:) Entre 1640 e 1821, foram muitos os rituais públicos que ocorreram em cidades e vilas de todo o império português. Contam-se, entre eles, entradas solenes, procissões, canonizações e diversas festas religiosas, incluindo, nascimentos, […]

1 de Junho, em Lisboa…

(Transcrição do texto da notícia publicada no sítio da Biblioteca Nacional de Portugal:) Em 2021 foi publicado pela Libreria Musicale Italiana e pelo Centro Studi Santa Giacinta Marescotti (Saggi Ruspoli), um livro sobre a obra Laudate pueri Dominum de Niccolò Jommelli (1714-1774), cuja única fonte conhecida se encontra na BNP (F.C.R. 549).  […]

Lisboa, qual Lázaro, ressurrecta

Esta não é a primeira e não será a última vez que tal é constatado e confirmado, aqui neste espaço e não só: o Terramoto de Lisboa em 1755 tem sido e será sempre pretexto, motivo, inspiração para inumeráveis trabalhos científicos e culturais. Um dos mais recentes, e até mesmo […]

Alecrim & Mangerona

Música com «cheiro» a alecrim…

… E a manjerona: os Músicos do Tejo levam ao palco do pequeno auditório do Centro Cultural de Belém nos próximos dias 10 (às 19 horas) e 11 (às 17) de Dezembro a ópera «joco-séria» de António José da Silva (letra) e António Teixeira (música) «As Guerras do Alecrim e […]

Da Biblioteca Nacional Digital…

… Chegou hoje uma mensagem com uma referência a esta imagem. Que tem a legenda: COUSE, J., fl. ca 1750«The »City of Lisbon as before the dreadful Earthquake of November 1. st 1755 = «La »Ville de Lisbon dans son Etat avant le terrible Tremblement de Novembre 1. 1755 / J. Couse […]

Em azulejo, antes do terramoto

Foi tema de um destaque no Diário de Notícias no passado mês de Junho, mas, obviamente, não (nunca) necessita de qualquer referência especial por parte de um órgão de comunicação social para ser sempre notícia: é o dito «Grande Panorama de Lisboa», um grande (em vários sentidos) painel de azulejo […]

Dar a volta ao quarteirão

Há em Lisboa um novo empreendimento imobiliário – urbanístico, económico, comercial, arquitectónico – na Baixa que incide num edifício específico que resultou da reconstrução pombalina após o terramoto de 1755, restaurando-o, reabilitando-o. Está entre a Praça D. Pedro IV (Rossio) e a Praça da Figueira, no espaço onde outrora, antes […]

Casas listadas para serem contactadas

Enviei ontem a João Português, Presidente da Câmara Municipal de Cuba, e ainda para outras pessoas daquele municipio, para a Direcção Regional de Cultura do Alentejo, para a Associação Cultural Fialho de Almeida e para (um membro da Direcção d)a Associação Portuguesa de Escritores uma mensagem de correio electrónico contendo, […]