Encomendado à família Bibiena – prestigiados arquitectos cénicos italianos – a curta existência do espaço não impressionou a memória urbana, nem deixou documentação vasta.

De certa forma, esta é a proposta fantástica de um edifício real tornado mítico – uma montagem de elementos reais da época que poderiam ter coexistido num espaço com características únicas na Lisboa do Séc. XVIII.

Link para PDF sobre a reconstrução virtual da Ópera do Tejo efectuada pela ARCI em 2005.