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	<title>Ópera do Tejo</title>
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	<description>Após o terramoto, a reconstrução</description>
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		<title>Nova revisão do projecto &#8220;City and Spectacle&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 01:50:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Sequeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projecto &#8220;City and Spectacle: A Vision of Pre-Earthquake Lisbon&#8220;, coordenado cientificamente pelo CHAIA (Universidade de Évora), implementado tecnicamente pela Beta Technologies, e com coordenação musical de Octávio dos Santos, esteve a remodelar o projecto da recriação virtual, em ambiente Second Life, da Lisboa desaparecida com o terramoto de 1755.
Com o objectivo de apresentar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O projecto &#8220;<a href="http://lisbon-pre-1755-earthquake.org/city-and-spectacle-a-vision-of-pre-earthquake-lisbon-updated-for-vmss-2009/" target="_blank">City and Spectacle: A Vision of Pre-Earthquake Lisbon</a>&#8220;, coordenado cientificamente pelo <a href="http://www.cha.uevora.pt/" target="_blank">CHAIA</a> (Universidade de Évora), implementado tecnicamente pela <a title="Beta Technologies" href="http://betatechnologies.info/home/city-and-spectacle-a-vision-of-pre-earthquake-lisbon-updated-for-vmss-2009" target="_blank">Beta Technologies</a>, e com coordenação musical de <a href="http://octanas.blogspot.com/" target="_blank">Octávio dos Santos</a>, esteve a remodelar o projecto da recriação virtual, em ambiente Second Life, da Lisboa desaparecida com o terramoto de 1755.</p>
<p>Com o objectivo de apresentar os resultados no <a href="http://www.vsmm2009.org/" target="_blank">VSMM 2009</a>, foram feitas diversas alterações às fachadas da Ópera do Tejo, resultado de uma análise de novos documentos e gravuras de trabalhos arquitectónicos realizados por Bibiena no mesmo período.</p>
<p>Para além da Ópera do Tejo, a maior intervenção foi na Praça da Patriarcal, mediante uma planta do período que foi criteriosamente analisada. Tal como no caso da Ópera do Tejo, não se conhece o aspecto da fachada da Patriarcal, pois não existem gravuras que a mostrem; apenas existe uma gravura das ruínas que mostra alguns edifícios existentes na praça. Os interiores, pelo contrário, encontram-se detalhadamente descritos e serão oportunamente desenvolvidos em trabalhos posteriores.</p>
<p>Na reconstrução virtual também foi alterada substancialmente a Rua da Capela (que dividia a Ópera do Tejo do complexo do palácio real manuelino e da Patriarcal), os jardins do Palácio Real, e a torre de relógio de Canevari.</p>
<a href="http://operadotejo.org/2009/09/12/nova-revisao-do-projecto-city-and-spectacle/"><p><em>Click here to view the embedded video.</em></p></a>
<p>Para além deste vídeo <a href="http://lisbon-pre-1755-earthquake.org/nggallery/page-17/album-1/gallery-6/" target="_blank">estão igualmente disponíveis algumas imagens</a>.</p>
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		<title>A «outra» Ópera do Tejo</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 14:26:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ods</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Ao aproximarem-se, todos os coches, incluindo o que levava William Beckford e Manuel Maria du Bocage, pareciam ser atraídos por uma imensa e irresistível força gravitacional. Os veículos, provenientes de todas as ruas em redor do enorme e esplendoroso edifício, giravam em sua volta quais pequenos satélites em torno de um astro muito, muito, muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>«Ao aproximarem-se, todos os coches, incluindo o que levava William Beckford e Manuel Maria du Bocage, pareciam ser atraídos por uma imensa e irresistível força gravitacional. Os veículos, provenientes de todas as ruas em redor do enorme e esplendoroso edifício, giravam em sua volta quais pequenos satélites em torno de um astro muito, muito, muito grande. O crepúsculo que entretanto começara, fazendo acentuar mais as cores branca e dourada daquele secular templo erigido em honra e glória da arte e do entretenimento, conspirava com os sentidos e as emoções para diminuir a ténue distância entre a realidade e a fantasia.</p>
<p>O Teatro Real do Paço da Ribeira, mais conhecido como Ópera do Tejo por se situar junto ao oceano com o mesmo nome que banha Lisboa, era famoso não só no sistema solar Europa mas em toda a galáxia Terra como a maior, melhor e mais bela casa da música. Projectada pelo italiano<strong> </strong>Giovanni Carlo Bibiena e<strong> </strong>inaugurada somente sete meses antes, em Abril, fora quase completamente destruída pelo terramoto e chegou a recear-se que tivesse sido como um cometa, uma estrela cadente, que brilhara intensa mas brevemente. Mas não: a sua reedificação fora considerada prioritária&#8230; e os últimos retoques haviam sido dados apenas uma hora antes; ainda se viam autómatos-operários a proceder às derradeiras verificações. A sua excelência, evidente nas dimensões exageradas, nos luxos ostensivos e nas tecnologias avançadas, limitava-se a reflectir a predilecção do povo daquele planeta pelo culto dos sons. (&#8230;)</p>
<p>Nesta, pode dizer-se, segunda inauguração, não se tinham poupado esforços nem despesas para tornar o momento, lá dentro, o mais memorável possível. Mas cá fora o ambiente também era de efusiva festa: estava a ocorrer uma rara – embora involuntária – confluência de classes sociais, que se misturavam sem se confundirem. Das dezenas de coches, que sucessivamente iam parando à entrada principal do teatro, saíam as famílias ricas, influentes e elegantes, as representantes da mais antiga e fina nobreza de Lisboa e de Portugal, e ainda várias estrangeiras, igualmente afluentes, e residentes neste planeta, ligadas ao comércio, às embaixadas e não só, e muitos outros forasteiros que haviam vindo a esta capital especificamente para esta ocasião – porque eram amantes da música ou porque eram exibicionistas adoradores da moda que esperavam ter as suas imagens reproduzidas em todas as colunas cósmicas. Ao subirem as escadas que davam acesso ao interior do edifício, eram rodeados pelos melómanos das classes média e baixa, que queriam ver de perto aqueles que invejavam.  Porém, e como seria de esperar, não faltavam, bem colocados e dissimulados entre a multidão, diversos polícias enviados por Pina Manique como prevenção&#8230; (&#8230;)</p>
<p>O milionário e o poeta, tal como os restantes privilegiados, lá conseguiam, com maior ou menor dificuldade, passar e penetrar através do resplandecente portal que, para muitos, era como uma porta para um paraíso prematuro&#8230; aquele do deslumbramento pela imaginação humana. Uma vez dentro, o difícil era não expressar o encantamento pelos interiores do teatro, que já se adivinhavam do exterior, e que eram o resultado do trabalho dos artificies com maior erudição e das máquinas com maior precisão. A Ópera do Tejo podia dividir-se em três áreas principais: o átrio, que era um enorme, confortável e polivalente espaço de convívio; os <em>ateliers</em>, salas equipadas com uma quase infinita variedade de instrumentos e equipamentos musicais, colocados à disposição dos amadores e dos profissionais para distracção, exercício e/ou gravação antes, durante &#8211; nos intervalos &#8211; e depois dos espectáculos; e o anfiteatro&#8230; do teatro, autêntica nave de uma catedral consagrada à criatividade, com os camarotes, a plateia e o palco mais próximos da perfeição que se podia conceber. E, naturalmente, em todo o edifício continuamente se espalhava, como fragrância em frequência modulada, os sons de música, ao vivo ou gravada, de diferentes composições e em diversos estilos.</p>
<p>Beckford não conseguia, nem queria, esconder o estado de felicidade, quase de beatitude, em que se encontrava; era como se estivesse na sua verdadeira casa, no seu autêntico lar espiritual. (&#8230;)»</p>
<p><em>(Excertos do Capítulo 4, «Etéreas flores», do livro «Espíritos das Luzes», de Octávio dos Santos – Gailivro, 2009)</em></p>
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		<title>Terreiro do Paço antes de 1755 recriado virtualmente</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2008 22:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Sequeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reconstrução Virtual]]></category>
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		<category><![CDATA[real ópera do tejo]]></category>
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		<description><![CDATA[
Num novo projecto coordenado pelas Profs. Alexandra Gago da Câmara e Helena Murteira do CHAIA/Univ. Évora, com coordenação e apoio de Octávio dos Santos, e desenvolvido pela Beta Technologies, a Real Ópera do Tejo ganhou nova vida e uma envolvente: agora, para além de uma remodelação das fachadas, foi reconstruída a maior parte da área [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://gallery.betatechnologies.info/main.php?g2_itemId=2637" target="_blank"><img class="size-full wp-image-19 aligncenter" title="Nova fachada da Real Ópera do Tejo" src="http://operadotejo.org/wp-content/uploads/2008/12/imagem-opera.jpg" alt="" width="358" height="210" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Num novo projecto coordenado pelas Profs. Alexandra Gago da Câmara e Helena Murteira do <a title="CHAIA" href="http://www.cha.uevora.pt/" target="_blank">CHAIA</a>/Univ. Évora, com coordenação e apoio de <a href="http://octanas.blogspot.com/2008/12/outros-beta-technologies.html" target="_blank">Octávio dos Santos</a>, e desenvolvido pela <a href="http://betatechnologies.info/" target="_blank">Beta Technologies</a>, a Real Ópera do Tejo ganhou nova vida e uma envolvente: agora, para além de uma remodelação das fachadas, foi reconstruída a maior parte da área do Palácio Real, incluindo o palácio manuelino e filipino, a Torre de Terzi, assim como os jardins com a Torre do Relógio, a Rua da Capela, e as quadras (pracetas) no interior do palácio manuelino (ficando para a fase seguinte a reconstrução da Patriarcal).</p>
<p>No seguimento deste trabalho de reconstrução em modelação 3D (conhecido por &#8220;arqueologia virtual&#8221;), o modelo desenvolvido em 2006 para a Real Ópera do Tejo sofreu algumas alterações a nível das fachadas e das entradas. Tratou-se de um trabalho de investigação elaborado a partir de diversas plantas da época e novas gravuras, que mostram que a proposta anterior não estaria inteiramente correcta — pois não permitiria a passagem de carruagens na Rua da Capela, a norte da Real Ópera. É assim que se espera que este projecto continue a levar aperfeiçoamentos e melhorias, à medida que são tomados em consideração novos elementos históricos — os trabalhos na Real Ópera &#8220;virtual&#8221; têm continuidade no tempo e não são &#8220;estáticos&#8221;. </p>
<p>Deu-se assim uma nova vida a uma Lisboa barroca, desconhecida, de um tempo que não é o nosso e do qual só podemos guardar a memória.</p>
<p>Podem ser vistas mais imagens <a href="http://gallery.betatechnologies.info/main.php?g2_itemId=2637" target="_blank">neste álbum de fotos</a> e em breve será publicado o trabalho apresentado em workshop no <a href="http://www.vast2008.org/" target="_blank">VAST2008</a> em que a zona ocidental do Terreiro do Paço foi mostrada.</p>
<p>Embora a tecnologia utilizada continue a ser o Second Life, o trabalho desenvolvido, nesta fase, ainda se encontra numa área de acesso restrito. No entanto, serão sempre possíveis visitas excepcionais, a combinar (contactar a Beta Technologies para o efeito).</p>
<p>Com tempo, e com a expectativa de financiamento adequado, o objectivo final será o da reconstrução de toda a Lisboa pré-pombalina nas vésperas do Terramoto de 1755. Trata-se de um projecto decerto ambicioso e que não prevê apenas a mera &#8220;reconstrução&#8221;, mas sim a criação de um <em>espaço interactivo e imersivo</em> onde os visitantes, no Second Life, possam assistir a espectáculos de música barroca, efectuar visitas guiadas por especialistas da época, assistir a congressos <em>online</em>, e, quiçá, efectuar formação remota neste período tão fascinante, totalmente rodeados de uma Cidade Perdida que não é a Lisboa que conhecemos de hoje.</p>
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		<title>Ópera do Tejo de novo no Second Life</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 13:58:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Sequeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reconstrução Virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[Graças a um apoio da American Library Association, que patrocinou o espaço necessário para manter visitável a reconstrução virtual da Ópera do Tejo no Second Life, esta voltou a re-abrir ao público, podendo ser livremente visitada por qualquer pessoa que tenha um acesso ao Second Life (o registo é gratuito e pode ser feito aqui).Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://operadotejo.org/wp-content/uploads/2007/03/opera-real-lisboa-exterior.jpg" title="opera-real-lisboa-exterior.jpg"><img src="http://operadotejo.org/wp-content/uploads/2007/03/opera-real-lisboa-exterior.thumbnail.jpg" title="Exterior da Ópera do Tejo" alt="Exterior da Ópera do Tejo" align="left" /></a>Graças a um apoio da <a href="http://www.ala.org/" target="_blank">American Library Association</a>, que patrocinou o espaço necessário para manter visitável a reconstrução virtual da Ópera do Tejo no Second Life, esta voltou a re-abrir ao público, podendo ser livremente visitada por qualquer pessoa que tenha um acesso ao Second Life (o registo é gratuito e pode ser feito <a href="https://secondlife.com/join" title="Registo no Second Life" target="_blank">aqui</a>).Uma vez instalado o Second Life, basta <a href="http://slurl.com/secondlife/ALA%20Arts%20InfoIsland/235/14/28" title="Ópera do Tejo no Second Life" target="_blank">clicar neste link</a> para visitar a Ópera.
<p>Houve algumas melhorias que foram introduzidas nesta &#8220;terceira reconstrução&#8221;, nomeadamente, um trabalho de retexturização mais realista e detalhado, de forma a dar ao edifício um aspecto ainda melhor.</p>
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		<title>Resumos de artigos académicos sobre a Ópera do Tejo</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jan 2007 20:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Sequeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Disponíveis nesta página da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Disponíveis <a target="_blank" href="http://www.fl.ul.pt/centros_invst/comparat/anteriores/act14_resumos.htm">nesta página</a> da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.</p>
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		<title>Filme de Animação da Ópera do Tejo</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jan 2007 13:53:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Sequeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reconstrução Virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[Realizado para a comunicação «A Nostalgia de um Património Desaparecido: Uma Obra Emblemática de Encomenda Régia na Lisboa do XVIII &#8211; A Real Ópera do Tejo» no colóquio internacional «O Grande Terramoto de Lisboa: Ficar Diferente», organizado pelo Centro de Estudos Comparatistas em colaboração com a FLUL e a Fundação Cidade de Lisboa, e apresentada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Realizado para a comunicação «A Nostalgia de um Património Desaparecido: Uma Obra Emblemática de Encomenda Régia na Lisboa do XVIII &#8211; A Real Ópera do Tejo» no <a href="http://www.fl.ul.pt/centros_invst/comparat/actividades_comparat.htm">colóquio</a> internacional «O Grande Terramoto de Lisboa: Ficar Diferente», organizado pelo Centro de Estudos Comparatistas em colaboração com a FLUL e a Fundação Cidade de Lisboa, e apresentada a 3 de Novembro de 1755.</p>
<a href="http://operadotejo.org/2007/01/15/filme-de-animacao-da-opera-do-tejo/"><p><em>Click here to view the embedded video.</em></p></a>
<p>Limitações de tempo e de tecnologia disponível não permitiram uma qualidade melhor desta animação, embora esteja em projecto uma realização de qualidade superior.</p>
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		<title>Plantas e Alçados da Ópera do Tejo</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jan 2007 11:56:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Sequeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reconstrução Virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro passo na reconstrução virtual passa pelo levantamento do existente — no nosso caso, infelizmente muito pouco, apenas algumas gravuras, uma planta e um alçado:
 
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro passo na reconstrução virtual passa pelo levantamento do existente — no nosso caso, infelizmente muito pouco, apenas algumas gravuras, uma planta e um alçado:</p>
<p><a title="opera_corte.jpg" class="imagelink" href="http://operadotejo.org/wp-content/uploads/2007/01/opera_corte.jpg"><img alt="opera_corte.jpg" id="image11" src="http://operadotejo.org/wp-content/uploads/2007/01/opera_corte.thumbnail.jpg" /></a> <a title="opera_cave_escala.jpg" class="imagelink" href="http://operadotejo.org/wp-content/uploads/2007/01/opera_cave_escala.jpg"><img alt="opera_cave_escala.jpg" id="image12" src="http://operadotejo.org/wp-content/uploads/2007/01/opera_cave_escala.thumbnail.jpg" /></a></p>
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		<title>A Ópera Real de Lisboa</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jan 2007 21:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Sequeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>

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		<description><![CDATA[Encomendado à família Bibiena – prestigiados arquitectos cénicos italianos &#8211; a curta existência do espaço não impressionou a memória urbana, nem deixou documentação vasta.
De certa forma, esta é a proposta fantástica de um edifício real tornado mítico – uma montagem de elementos reais da época que poderiam ter coexistido num espaço com características únicas na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encomendado à família Bibiena – prestigiados arquitectos cénicos italianos &#8211; a curta existência do espaço não impressionou a memória urbana, nem deixou documentação vasta.</p>
<p>De certa forma, esta é a proposta fantástica de um edifício real tornado mítico – uma montagem de elementos reais da época que poderiam ter coexistido num espaço com características únicas na Lisboa do Séc. XVIII.</p>
<p><a target="_blank" title="PDF" href="http://operadotejo.org/wp-content/uploads/2007/01/Opera-Real-de-Lisboa.pdf">Link para PDF sobre a reconstrução virtual da Ópera do Tejo efectuada pela ARCI em 2005</a>.</p>
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		<title>Reconstrução musical</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jan 2007 21:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Sequeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[A reconstrução da Ópera do Tejo não passa apenas pela sua arquitectura — mas igualmente pela sua música. Felizmente para nós, esta resistiu aos tempos, e recentemente a Orquestra Metropolitana de Lisboa conseguiu gravar um excerto de uma das duas peças que foram apresentadas na Ópera do Tejo durante a sua breve existência.
Por cortesia do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A reconstrução da Ópera do Tejo não passa apenas pela sua arquitectura — mas igualmente pela sua <span style="font-style: italic">música</span>. Felizmente para nós, esta resistiu aos tempos, e recentemente a Orquestra Metropolitana de Lisboa conseguiu gravar um excerto de uma das duas peças que foram apresentadas na Ópera do Tejo durante a sua breve existência.</p>
<p>Por cortesia do André Cunha Leal da Antena 2, reproduzimos aqui um <a href="http://operadotejo.org/wp-content/uploads/2007/01/01%20Allesandro%20Nell%27Indie.mp3" target="_blank">excerto</a>.</p>
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		<title>Arqueologia virtual</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jan 2007 21:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Sequeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reconstrução Virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[O que fazer quando determinada obra arquitectónica se encontra irremediavelmente perdida para todo o sempre, embora sobrevivam descrições (e mesmo gravuras ou imagens) do edificado?
Uma área que alia a pesquisa histórica, a arqueologia, e a tecnologia informática dá pelo nome de arqueologia virtual. Com este tipo de tecnologia, é possível reconstruir um edifício perdido e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que fazer quando determinada obra arquitectónica se encontra irremediavelmente perdida para todo o sempre, embora sobrevivam descrições (e mesmo gravuras ou imagens) do edificado?</p>
<p>Uma área que alia a pesquisa histórica, a arqueologia, e a tecnologia informática dá pelo nome de <em>arqueologia virtual</em>. Com este tipo de tecnologia, é possível reconstruir um edifício perdido e torná-lo «habitável» de novo graças às maravilhas das <em>realidades virtuais</em> (ou <em>mundos sintéticos</em>, que é a designação actualmente mais correcta).</p>
<p>Para dar de novo vida ao espaço da Ópera do Tejo, recorreu-se à plataforma <a target="_blank" href="http://secondlife.com/">Second Life</a>, que permite este tipo de reconstrução virtual num «mundo sintético» com mais de dois milhões e meio de utilizadores (cerca de 20 mil dos quais portugueses, e provavelmente cem mil pessoas que falam português).</p>
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