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	<title>Ópera do Tejo &#187; Homepage</title>
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	<description>Após o terramoto, a reconstrução</description>
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		<title>CCB apresenta ópera «Antígono» a 21/22 Janeiro 2011</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Jan 2011 11:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Miguel Sequeira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Citando do site do CCB: ÓPERA EM TRÊS ACTOS DE ANTONIO MAZZONI COM LIBRETO DE PIETRO METASTASIO (1755) O hiato temporal a que a natureza condenou Antígono foi imerecido castigo. Não é, contudo, a arqueologia que nos move. No século XXI, o nosso barroco só poderá ser um barroco digital. - Carlos Pimenta A malograda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Opera/Pages/antigonoDSjan2011.aspx"><img class="aligncenter size-full wp-image-57" title="Ópera «Antigono» no CCB" src="http://operadotejo.org/wp-content/uploads/2011/01/antigono.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p><a href="http://www.ccb.pt/sites/ccb/pt-PT/Programacao/Opera/Pages/antigonoDSjan2011.aspx">Citando do site do CCB:</a></p>
<p>ÓPERA EM TRÊS ACTOS DE ANTONIO MAZZONI COM LIBRETO DE PIETRO METASTASIO (1755)</p>
<blockquote>
<div id="_mcePaste">O hiato temporal a que a natureza condenou Antígono foi imerecido castigo. Não é, contudo, a arqueologia que nos move. No século XXI, o nosso barroco só poderá ser um barroco digital.</div>
</blockquote>
<div id="_mcePaste" style="text-align: right;">- Carlos Pimenta</div>
<div>A malograda Casa da Ópera do Paço da Ribeira, inaugurada em Março de 1755, foi provavelmente a única que assistiu à interpretação da ópera <em>Antígono</em>, em cena aquando da destruição daquele espaço com o terramoto de 1 de Novembro. O libreto, da autoria de Pietro Metastasio e um dos preferidos pelos compositores da época, conta os “estranhos desastres” que sucedem a Antígono, rei da Macedónia, desde que se junta a Berenice, princesa do Egipto. A partitura de Mazzoni, que regressa agora à vida com o Divino Sospiro, sofreu um trabalho de edição crítica da responsabilidade de Nicholas McNair.</div>
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		<title>Projecto &#8220;City and Spectacle&#8221; com novo vídeo</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 16:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Miguel Sequeira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Reconstrução Virtual]]></category>
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		<category><![CDATA[arqueologia virtual]]></category>
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		<description><![CDATA[A equipa de investigadores do CHAIA que têm estado a continuar o projecto &#8220;City and Spectacle&#8221; com o objectivo de recriar a totalidade da Lisboa barroca em ambiente Second Life®/OpenSimulator, lançou mais um vídeo de apresentação do trabalho realizado até agora: Tem havido alguma polémica com um projecto semelhante lançado recentemente pelo Museu da Cidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A equipa de investigadores do CHAIA que têm estado a continuar o projecto &#8220;City and Spectacle&#8221; com o objectivo de recriar a totalidade da Lisboa barroca em ambiente Second Life®/OpenSimulator, lançou mais um vídeo de apresentação do trabalho realizado até agora:</p>
<p><a href="http://operadotejo.org/2010/11/25/projecto-city-and-spectacle-com-novo-video/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>Tem havido alguma polémica com um projecto semelhante lançado recentemente pelo Museu da Cidade, com o mesmo âmbito, que claramente se &#8220;inspirou&#8221; neste sem no entanto lhe fazer qualquer referência. <a href="http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/cultura/lisboa-virtual-da-polemica">Ver notícia no «Correio da Manhã».</a></p>
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		<title>A «outra» Ópera do Tejo</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 14:26:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ods</dc:creator>
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		<description><![CDATA[«Ao aproximarem-se, todos os coches, incluindo o que levava William Beckford e Manuel Maria du Bocage, pareciam ser atraídos por uma imensa e irresistível força gravitacional. Os veículos, provenientes de todas as ruas em redor do enorme e esplendoroso edifício, giravam em sua volta quais pequenos satélites em torno de um astro muito, muito, muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>«Ao aproximarem-se, todos os coches, incluindo o que levava William Beckford e Manuel Maria du Bocage, pareciam ser atraídos por uma imensa e irresistível força gravitacional. Os veículos, provenientes de todas as ruas em redor do enorme e esplendoroso edifício, giravam em sua volta quais pequenos satélites em torno de um astro muito, muito, muito grande. O crepúsculo que entretanto começara, fazendo acentuar mais as cores branca e dourada daquele secular templo erigido em honra e glória da arte e do entretenimento, conspirava com os sentidos e as emoções para diminuir a ténue distância entre a realidade e a fantasia.</p>
<p>O Teatro Real do Paço da Ribeira, mais conhecido como Ópera do Tejo por se situar junto ao oceano com o mesmo nome que banha Lisboa, era famoso não só no sistema solar Europa mas em toda a galáxia Terra como a maior, melhor e mais bela casa da música. Projectada pelo italiano<strong> </strong>Giovanni Carlo Bibiena e<strong> </strong>inaugurada somente sete meses antes, em Abril, fora quase completamente destruída pelo terramoto e chegou a recear-se que tivesse sido como um cometa, uma estrela cadente, que brilhara intensa mas brevemente. Mas não: a sua reedificação fora considerada prioritária&#8230; e os últimos retoques haviam sido dados apenas uma hora antes; ainda se viam autómatos-operários a proceder às derradeiras verificações. A sua excelência, evidente nas dimensões exageradas, nos luxos ostensivos e nas tecnologias avançadas, limitava-se a reflectir a predilecção do povo daquele planeta pelo culto dos sons. (&#8230;)</p>
<p>Nesta, pode dizer-se, segunda inauguração, não se tinham poupado esforços nem despesas para tornar o momento, lá dentro, o mais memorável possível. Mas cá fora o ambiente também era de efusiva festa: estava a ocorrer uma rara – embora involuntária – confluência de classes sociais, que se misturavam sem se confundirem. Das dezenas de coches, que sucessivamente iam parando à entrada principal do teatro, saíam as famílias ricas, influentes e elegantes, as representantes da mais antiga e fina nobreza de Lisboa e de Portugal, e ainda várias estrangeiras, igualmente afluentes, e residentes neste planeta, ligadas ao comércio, às embaixadas e não só, e muitos outros forasteiros que haviam vindo a esta capital especificamente para esta ocasião – porque eram amantes da música ou porque eram exibicionistas adoradores da moda que esperavam ter as suas imagens reproduzidas em todas as colunas cósmicas. Ao subirem as escadas que davam acesso ao interior do edifício, eram rodeados pelos melómanos das classes média e baixa, que queriam ver de perto aqueles que invejavam.  Porém, e como seria de esperar, não faltavam, bem colocados e dissimulados entre a multidão, diversos polícias enviados por Pina Manique como prevenção&#8230; (&#8230;)</p>
<p>O milionário e o poeta, tal como os restantes privilegiados, lá conseguiam, com maior ou menor dificuldade, passar e penetrar através do resplandecente portal que, para muitos, era como uma porta para um paraíso prematuro&#8230; aquele do deslumbramento pela imaginação humana. Uma vez dentro, o difícil era não expressar o encantamento pelos interiores do teatro, que já se adivinhavam do exterior, e que eram o resultado do trabalho dos artificies com maior erudição e das máquinas com maior precisão. A Ópera do Tejo podia dividir-se em três áreas principais: o átrio, que era um enorme, confortável e polivalente espaço de convívio; os <em>ateliers</em>, salas equipadas com uma quase infinita variedade de instrumentos e equipamentos musicais, colocados à disposição dos amadores e dos profissionais para distracção, exercício e/ou gravação antes, durante &#8211; nos intervalos &#8211; e depois dos espectáculos; e o anfiteatro&#8230; do teatro, autêntica nave de uma catedral consagrada à criatividade, com os camarotes, a plateia e o palco mais próximos da perfeição que se podia conceber. E, naturalmente, em todo o edifício continuamente se espalhava, como fragrância em frequência modulada, os sons de música, ao vivo ou gravada, de diferentes composições e em diversos estilos.</p>
<p>Beckford não conseguia, nem queria, esconder o estado de felicidade, quase de beatitude, em que se encontrava; era como se estivesse na sua verdadeira casa, no seu autêntico lar espiritual. (&#8230;)»</p>
<p><em>(Excertos do Capítulo 4, «Etéreas flores», do livro «Espíritos das Luzes», de Octávio dos Santos – Gailivro, 2009)</em></p>
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		<title>Resumos de artigos académicos sobre a Ópera do Tejo</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jan 2007 20:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Miguel Sequeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Disponíveis nesta página da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Disponíveis <a target="_blank" href="http://www.fl.ul.pt/centros_invst/comparat/anteriores/act14_resumos.htm">nesta página</a> da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.</p>
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		<title>De 1755 a 2007&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jan 2007 11:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luís Miguel Sequeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230; abrem-se aqui estas páginas&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="imagelink" title="dirk-stoop.jpg" href="http://operadotejo.org/wp-content/uploads/2007/01/dirk-stoop.jpg"><img id="image3" title="dirk-stoop.jpg" src="http://operadotejo.org/wp-content/uploads/2007/01/dirk-stoop.thumbnail.jpg" alt="dirk-stoop.jpg" align="left" /></a>&#8230; abrem-se aqui estas páginas&#8230;</p>
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		<title>Object(iv)o: Ópera do Tejo revisitada</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2005 10:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ods</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 2004, e certamente sob a influência da experiência que adquirira enquanto jornalista especializado em factos e figuras ligadas às tecnologias de informação e comunicação, estabeleci os primeiros contactos com vista à constituição de um grupo de trabalho, de uma equipa multidisciplinar, que, utilizando, se possível, os mais avançados sistemas e ferramentas de computação gráfica, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2004, e certamente sob a influência da experiência que adquirira enquanto jornalista especializado em factos e figuras ligadas às tecnologias de informação e comunicação, estabeleci os primeiros contactos com vista à constituição de um grupo de trabalho, de uma equipa multidisciplinar, que, utilizando, se possível, os mais avançados sistemas e ferramentas de computação gráfica, procedesse, mais do que à reconstituição virtual (modelação e animação de exteriores e interiores), quase a uma autêntica «ressurreição» de um edifício desaparecido a 1 de Novembro de 1755 e que fora inaugurado&#8230; a 2 de Abril desse mesmo ano! Qual? O Teatro Real do Paço da Ribeira&#8230; que ficaria conhecido por Ópera do Tejo por, claro, ficar situado junto ao rio, no espaço entre os actuais Praça do Comércio e Cais do Sodré, mais ou menos onde está hoje o Arsenal da Marinha.</p>
<p>A que então era considerada a maior e a melhor «casa da música» da Europa foi erigida por iniciativa do Rei D. José. O monarca continuava assim a tradição, iniciada pelo seu pai e antecessor, D. João V, e prosseguida pela sua filha e sucessora, D. Maria I, de alto patrocínio, por parte da Casa Real portuguesa, à arte da música. Em consequência dessa autêntica política de «mecenato cultural», muitos músicos estrangeiros, em especial italianos, foram convidados a vir e mesmo a residir no nosso país, para tocarem, ensinarem e comporem. Como seria de prever, depressa se sentiu a necessidade de construir um edifício que não só corporizasse, desse forma concreta, a esta atitude, a esta estratégia para com a arte em geral e para com a música em particular, mas que também simbolizasse a benevolência, o bom gosto e a magnificência dos soberanos. Curiosamente, foi também a um italiano que se encomendou, em 1752, o projecto do teatro: Giovanni Carlo Bibiena, filho de outro famoso arquitecto, Francisco Bibiena. A construção terá sido dirigida por João Frederico Ludovice, que já trabalhara no Convento de Mafra. Todos os documentos existentes sobre o edifício – textos descritivos, testemunhos de nacionais e de estrangeiros, plantas (projectos) e desenhos tanto de antes como de depois (do terramoto) – coincidem no salientar da sua imponência e sumptuosidade, no realçar da sua superioridade tanto estética como técnica em comparação com tudo o que se havia feito no género até aí. A estreia decorreu ao som da ópera de David Perez «Alessandro nell’Indie», cuja encenação requeria, a dado momento, a presença simultânea de 25 cavalos no palco! Mas não era só este o único sector do teatro com dimensões desmesuradas: a plateia teria seiscentos lugares e haveria três ou quatro ordens de camarotes, cada uma delas com oito; existiria uma extensa área de apoio sob o palco, com camarins, oficinas e escadas para a entrada e saída dos artistas e para o acesso aos outros pisos e zonas. A Ópera do Tejo seguia o modelo de uma edificação dita de «três volumes» &#8211; palco, plateia e átrio – e todos os que nela entravam podiam admirar as «esplêndidas decorações» em que sobressaíam as cores branca e dourada. O Teatro de S. Carlos, aberto em 1793, viria a revelar-se, face ao seu ilustre antecessor, um edifício menor&#8230; em tamanho e em luxo.</p>
<p>Porquê um projecto como este? O seu interesse e, logo, a sua justificação, podem ser encontrados na própria história deste teatro e no período durante o qual ele, por «poucos instantes», existiu. Trata-se, no fundo, de resgatar ao esquecimento quase geral – quantos de nós sabiam que este edifício tinha existido? – (mais) uma prova irrefutável de que no passado os portugueses também alcançaram elevados patamares de excelência artística (artes como as entendemos hoje e «artes» enquanto ofícios), em que se colocaram ao nível, e mesmo acima, do que se fazia na Europa e no Mundo. Enfim, está em causa (re)colocar a Ópera do Tejo entre o inventário do património arquitectónico histórico português: não devem ser só as construções que permanecem (mais ou menos) inteiras e aquelas das quais subsistem apenas vestígios arqueológicos, físicos, «palpáveis», que merecem um lugar na «memória oficial».</p>
<p>A primeira pessoa que contactei, e que convidei, para a tarefa de «reconstruir» a Ópera do Tejo foi Maria Alexandra Gago da Câmara, docente e investigadora com trabalhos publicados sobre os teatros do século XVIII. E da entidade escolhida para «parceira tecnológica», a Associação Recreativa para a Computação e Informática, vieram os restantes elementos da equipa: Silvana Moreira e Luís Sequeira. A <a href="http://www.arci.pt/">ARCI</a> desenvolve a sua actividade com base – preferencial – na plataforma <a href="http://secondlife.com/">Second Life</a>, mais uma iniciativa de vanguarda tecnológica &#8211; e filosófica? &#8211; de origem norte-americana.</p>
<p><em>Hoje, 1 de Novembro de 2005, passam 250 anos sobre a destruição, pelo Terramoto de Lisboa, do Teatro Real do Paço da Ribeira, ou Ópera do Tejo.</em></p>
<p>(in <a target="_blank" href="http://octanas.blogspot.com/2005/11/objectivo-pera-do-tejo-revisitada.html">Octanas</a>)</p>
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		<title>Oráculo: Ópera do Tejo «reabre» a 3 de Novembro</title>
		<link>http://operadotejo.org/2005/10/22/oraculo-opera-do-tejo-%c2%abreabre%c2%bb-a-3-de-novembro/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Oct 2005 08:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ods</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje, 22 Outubro de 2005, a edição Nº 1721 do jornal Expresso traz, no seu caderno Actual, um suplemento de 24 páginas (e, no seu caderno principal, dois textos na página 19) sobre a passagem, no próximo dia 1 de Novembro, dos 250 anos do Terramoto de Lisboa. E entre as muitas iniciativas previstas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, 22 Outubro de 2005, a edição Nº 1721 do jornal Expresso traz, no seu caderno Actual, um suplemento de 24 páginas (e, no seu caderno principal, dois textos na página 19) sobre a passagem, no próximo dia 1 de Novembro, dos 250 anos do Terramoto de Lisboa. E entre as muitas iniciativas previstas para assinalar essa efeméride que ali são referidas, uma há que, mais do que a minha participação, recebeu de mim o impulso inicial – é uma ideia, um projecto, que tive aquando da preparação do meu livro «Espíritos das Luzes»: a reconstituição virtual em computação gráfica de um dos mais extraordinários edifícios que já existiram em Portugal, e que, tal como outros, foi destruído por aquele grande cataclismo – o Teatro Real do Paço da Ribeira, ou, como ficou mais conhecido, a Ópera do Tejo.</p>
<p>A primeira apresentação desse trabalho de «reconstrução» vai ter lugar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, no próximo dia 3 de Novembro, no segundo dia do <a href="http://www.fl.ul.pt/centros_invst/comparat/actividades_comparat.htm">colóquio</a> internacional «O Grande Terramoto de Lisboa: Ficar Diferente», organizado pelo Centro de Estudos Comparatistas em colaboração com a FLUL e a Fundação Cidade de Lisboa. «A Nostalgia de um Património Desaparecido: Uma Obra Emblemática de Encomenda Régia na Lisboa do XVIII &#8211; A Real Ópera do Tejo» é o título da comunicação» é o título da comunicação que será lida por Alexandra Câmara. Especialista, docente e investigadora, historiadora da arte com obra publicada sobre os teatros em Portugal no século XVIII, ela será como que a «porta-voz» do grupo de trabalho que eu integro, e que conta ainda com Luís Sequeira e Silvana Moreira, da Associação Recreativa para a Computação e Informática, que procederam, com base nos materiais disponíveis, à modelação tridimensional do desaparecido teatro; e porque os testemunhos conhecidos que ficaram desse notável edifício não são muitos, a obra exibida será não uma reprodução rigorosa mas sim uma evocação que se pretende o mais aproximada possível.</p>
<p>A nossa equipa e o nosso trabalho estarão em foco, além de na imprensa, também na rádio e na televisão: a 27 de Outubro é emitida na TSF uma entrevista a Alexandra Câmara, uma entre várias feitas a diversas personalidades que abordam a grande tragédia do Dia de Todos os Santos de 1755; e em Dezembro, em dia a anunciar, o programa «Entre Nós», da responsabilidade da Universidade Aberta e transmitido na RTP 2, será inteiramente dedicado a&#8230; nós.</p>
<p><em>(in <a target="_blank" href="http://octanas.blogspot.com/2005/11/objectivo-pera-do-tejo-revisitada.html">Octanas</a>)<br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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